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..um espaço cheio de energia e alegria com o modelo do Movimento da Escola Moderna...n'O Pátio em Coimbra

História: "Bojador, o fim do Mundo"

 Hoje recordámos a história de Vasco da Gama, quando descobriu o caminho marítimo para a Índia, que já tínhamos ouvido. Na sequência do tema dos Descobrimentos estivemos a ouvir a história: “Bojador, o fim do Mundo”. Esta história fala da viagem de Gil Eanes ao Cabo Bojador em África. Conversámos sobre a história. Vimos o Padrão dos Descobrimentos. Vimos algumas imagens sobre o continente Africano

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- J.: “O monstro marinho estava na areia. Eles foram de viagem para África.”

- B.: “Afinal não havia monstros marinhos. Contavam histórias sobre monstros marinhos. Nessa altura havia caravelas. Eles tinham medo do Bojador.”

- Gb.: “O Gil tinha sonhos esquisitos. “

- M.: “Gostei daquele monstro. Eles foram à procura dos monstros. Não encontraram nenhum. Gosto do barco grande, a caravela.”

- C. M.: “Eles foram andar de barco. Nessa época não havia monstros.”

- T.: “Não havia monstros. Eles foram lá e não encontraram nenhum. Disseram que os monstros engoliam os barcos.”

- Rt.: “O Gil Eanes quando estava a dormir tinha sonhos estranhos donde não conseguia sair. Depois apareceu o amigo. Ele encheu-se de coragem e foi para África. Quando eles chegaram lá não havia monstros. Tornou-se uma pessoa importante!”

Combinámos ver vídeos de danças tradicionais africanas e conhecer outras histórias dos navegadores portugueses. 

Ballet

Depois de vermos as Bailarinas na pintura, na semana passada, estivemos a ver um vídeo de um bailado chamado “Coppélia” de Leo Delibes. Gostámos imenso de ver e de ouvir a música. Discutimos sobre o que é um bailado.

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Percebemos que um bailado tem uma história e que as personagens representam a dançar ballet. Ouvimos a história deste bailado “Coppélia”.
Resumo da história:
Swanilda, a jovem mais bonita da aldeia onde vive, está noiva de Franz.
Certo dia ele fica encantado por uma menina que todas as tardes está a ler à janela da casa do Doutor Coppelius, um senhor que fabrica brinquedos e é conhecido por ser bruxo. Ele faz de tudo para chamar a atenção dela. Swanilda percebe e promete vingar-se. Ela acaba por interrogar Franz sobre o acontecido, durante uma discussão.
Muda a cena. Na praça, os camponeses estão a dançar a enquanto Swanilda e Franz fazem um encontro forçado pelos amigos. Os jovens e Franz decidem fazer uma brincadeira com doutor Coppelius, na qual a sua chave fica caída no chão. Então Swanilda e as suas amigas pegam nela e entram na casa do Doutor Coppelius.
Elas descobrem que as pessoas que encontram lá são, na verdade, bonecos mecânicos em tamanho real. Elas dão corda aos bonecos e observam eles a movimentar-se. Swanilda encontra também Coppélia, a tal menina dedicada à leitura, atrás de uma cortina, e descobre que ela também é uma boneca.
Coppelius entra e vê as raparigas. Vários bonecos e bonecas dançam. Ele fica furioso com elas, não somente pela invasão, mas também por perturbarem a sua oficina. Põe-nas para fora e começa a arrumar a confusão. Mas vendo Franz pela janela, Coppelius convida-o a entrar. O inventor deseja dar vida a Coppélia mas, para isso, necessita de um sacrifício humano. Ele pretende transferir o espírito de Franz para Coppélia, por meio de artifícios mágicos. Dá-lhe uma bebida, que o deixa adormecido, e começa a preparar a sua magia.
No entanto o Dr. Coppelius não expulsou todas as meninas. Swanilda ainda está lá, escondida atrás de uma cortina. Ela se veste com as roupas de Coppélia e finge ser ela que se tornou viva. Acorda Franz e ativa todos os bonecos para facilitar sua fuga. Dr. Coppelius fica confuso, e triste ao encontrar Coppélia sem vida, atrás de uma cortina.
Swanilda e Franz estão para se casar, quando o Dr. Coppelius aparece, furioso. Consternada por causar tantos problemas, Swanilda oferece seus dotes em troca do perdão. Mas Franz pede que ela não faça isso, pois ele próprio pagará ao Dr. Coppelius. Swanilda e Franz estão casados e toda a cidade comemora a dançar.

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Gostámos imenso!

No fim a Camila mostrou-nos o seu fato de ballet e alguns passos que faz nessas aulas. Queremos aprender com ela e com o vídeo que vimos.

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Combinámos fazer um pequeno bailado a partir de uma pequena história sobre fadas e animais da floresta. Discutimos as personagens, o cenários e as roupas que vamos precisar.
Depois mostramos e contamos-vos mais!

 

Bailarinas na Pintura


Edu Malta.jpgBailarina, Eduardo Malta, 1953

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Pintor Eduardo Malta
Duas-Dançarinas-no-Palco.-Edgar-Degas.-1874.jpgDuas Bailarinas, 1874, Edgar Degas


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A Estrela, Edgar Degas

160582_poster_l.jpgPrimeira Bailarina, 1878, Edgar Degas

 

Estivemos a ver algumas pinturas de bailarinas de Eduardo Malta, pintor português e de Edgar Degas, pintor francês.

Ouvimos falar sobre os pintores e as pinturas. Discutimos as pinturas.

- J.: “O Degas pintou quatro pinturas. O Eduardo Malta também pintou bailarinas. As bailarinas estão a ensaiar, estão a preparar-se para dançar.”

- C. F.: “Eu gostei das bailarinas. Eu gostei da que está em cima as dançar. Eu gostei do senhor que tem o casaco castanho. Gostei das bailarinas a ensaiarem e da que está encostada à janela.”

-Rl: “Gostei das bailarinas que estão de azul e das de branco.”

- B.: “Eu gostei da “Estrela”. Gostei do Eduardo Malta.”

- Gu.: “Gostei do pintor Degas. Gostei das bailarinas no palco que estão vestidas de branco e a que está encostada.”

- Ro.: “São bailarinas. Gosto da bailarina. Têm um vestido branco.”

- Gl.: “Gostei do senhor que pintou aquelas quatro pinturas, o Degas. Gostei das bailarinas que estão no palco e do Eduardo Malta.”

- R.: “Eu gostei da “Primeira Bailarina” porque é a mais importante. Gostei do Edgar Degas. É francês. Gostei da “Estrela” e das “Duas Bailarinas”. Também gostei daquela bailarina que está encostada à janela.”

- El.: “Gosto da “Estrela” e das “Duas Bailarinas”.”

- C. M.: “Gostei da “Estrela” porque gosto de azul. Gosto das “Duas Bailarinas” e das que estão a ensaiar.”

- T.: “Eu gosto das bailarinas que estão a ensaiar, da “Estrela” e da que está encostada a uma porta.” - Martim: “Eu gostei das bailarinas porque estão de azul e das outras, que estão a ensaiar.”

- Sl.: “Eu gostei do Edgar e da bailarina que está à porta, da “Estrela”, da outra e das que estão no palco.” 

Combinámos ver alguns vídeos de ballet e aprender alguns passos.

O Peso-cartaz

Já terminámos o cartaz sobre o peso. Colocámos tampas, uma tampa=1Kg.

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Depois comparámos.
- Gu.: “O meu peso é igual ao do Gl.”
- J.: “O meu peso é igual ao do Gl, do Gu. e da B. São 19. A Rt. pesa 24.”
- Gl: “O U. é o mais pesado.”
- Rt.: “O meu peso é 24.”
- Sl.: “O Sr. é mais pesado que eu. Eu tenho mais peso que o T.“
- Sr.: “A C. é a mais leve.”

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Dança: Folclore

Ontem estivemos a ver um vídeo de um rancho folclórico e etnográfico da região de Coimbra: “Ajoelha-te a meus pés e reza”.

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Falámos sobre a música, a letra, a dança e os fatos.
Dançámo-la e cantámo-la na Educação Física.

Alguns comentários
- J.: “O homem e a mulher dançaram. Estavam com as mãos dadas para dançar.”
- Gu.: “Os homens cantaram. As mulheres baixaram-se e os homens também. As mulheres têm lenços nas saias.”
- Gl: “A roda deu uma volta. Eles estavam a dançar muito bem.”
- Rt.: “As mulheres e os homens começaram primeiro a dançar. Os homens rodaram. A música é igual. Os homens ajoelharam-se e as mulheres fizeram assim (abana o dedo). Têm aquela coisa que faz assim (faz movimentos dos braços em direção um ao outro).”
- Ru.: “A concertina?”
- Sr.: “Eu tenho lá uma concertina!”
- T.: “As roupas são compridas e largas. As das mulheres. As saias.”
- F.: “Têm chapéus.”
- C. M.: “Têm um lenço na cabeça.”

Hoje a Ana, estagiária esteve a mostrar o seu fato do rancho a que ela pertence, o Grupo Folclórico da Casa do Povo de Ceira. Depois mostrou-nos também alguns brinquedos antigos. A seguir, na Educação Física, ensinou-nos outra dança.

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Foi muito divertido!

O Peso

Estivemos a pesar-nos para percebermos esta unidade de medida.
Conversámos sobre a balança e a unidade de medida que vamos usar para pesar, o kilo.
Depois cada um pesou-se e leu o seu peso.
A seguir fizémos um registo. Faremos depois um gráfico para comparar as pesagens de todos.

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História: "Quando a mãe era pequena"

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Estivemos a ouvir uma história muito interessante sobre como as coisas eram quando as mães eram pequenas. Eram um bocadinho diferentes do que são hoje.
No fim da história discutimos isso!
Alguns comentários
* “As pessoas falavam pelos telefones, não havia telemóveis. Quando se falava não se sabia quem era. O disco riscava e não saía do sítio. Escreviam-se cartas. Não havia GPS. Liam-se muitos livros.” Gu.
* “Antigamente não havia computadores. A mãe quando era pequenina escrevia numa máquina de escrever. Quando se enganava escrevia tudo de novo. A avó contava histórias ao colo. A televisão era a preto e branco…” Rt.
* “E cinzento!” C. F.
* “Era a preto e branco?” Sl.
* “…e os desenhos animados só davam aos sábados e aos domingos.” Rt.
* “…de manhã!” C. F.
* “Só havia 2 canais.” Rt.
* “A avó contava histórias. O telefone ficava em casa. Estavam a ouvir discos. O meu pai ouve músicas muito irritantes! A estrada era às curvas.” C. M.
* “Os restaurantes eram ao pé da estrada. Não havia telemóveis. O telefone tocava e ninguém sabia quem era. Havia discos de música.” C. F.
* “Quando a mãe era pequenina andava de bicicleta, saltava ao elástico e jogava à macaca.” Em.
* Quando a mãe era pequena viajava de carro e ficava enjoada.” Gb.
* “A mãe enjoava nas curvas. Escrevia cartas. Havia muitas cartas. O telefone fixo tocava e quando a mãe atendia não sabia quem era. Não havia computadores. A mãe escrevia e se se enganasse tinha que começar tudo de novo.” B.

* “A mãe estava a contar uma história à filha dela. Não havia telemóvel. A menina estava a andar na estrada.” J.

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