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..um espaço cheio de energia e alegria com o modelo do Movimento da Escola Moderna...n'O Pátio em Coimbra

Experiência da flutuação

Ontem estivemos a fazer uma experiência com as nossas amigas Sílvia e Daniela.

Com uma bacia de água colocámos vários objetos para ver quais os que flutuam e quais os que não flutuam.

Podemos fazer várias coisas com água, beber, tomar banho, nadar e também podemos flutuar. Flutuar é ficar ao cimo da água.

Antes de mergulhar os objetos fomos dando hipóteses sobre o que ía acontecer a cada um. Será que vai ao fundo ou não?

Foi preciso treinar bastante com todos os objetos para percebermos bem.

Vários disseram que íam ao fundo, outros que não. Eis algumas hipóteses antes da experimentação.

Rolha:

-"Vai flutuar." - vários

 

 

 

Borracha:

- "Não flutua." - vários

 

Pedra pequena:

-"Vai ao fundo." - Mg.

 

 

Pedra grande:

-"Vai ao fundo." - J. P.

 

 

Colher grande de plástico:

-"Vai ao fundo." - Dalila

 

 

- "Flutuou!" - Ana M.

 

Garrafa de água de plástico:

-"Não flutua porque é grande." - Inês

 

 

- "Flutua!" - vários

 

Há objetos que flutuam e outros que não flutuam.

-"Há coisas grandes, pequenas e médias." - B.

O facto de os objetos flutuarem não depende do seu tamanho. Também não depende do peso; os barcos são pesados e flutuam. Depende da densidade.

Tentámos explicar o que é a densidade com um grupo de meninas muito juntas e outro com as mãos dadas em roda larga (se bem que ainda é um conceito complexo).

Organizámos o conjunto dos objetos que flutuam...

 

 

e dos que não flutuam.

 

 

No fim fizémos os nossos registos.

Para comemorar vamos marcar um passeio no Basófias, o barco do rio Mondego.

Adorámos esta experiência!

Quantas palavras tem o meu nome?

Depois de termos trabalhado os nomes próprios e contado quantas letras tinham partimos agora para os nossos nomes completos.

Estivemos a ver as letras maiúsculas, no ínício das palavras, e as letras minúsculas.

De seguida organizámos um cartaz com os nossos nomes e com a quantidade de palavras que tem cada um. Não podemos esquecer que as palavras estão separadas por pequenos espaços. Não foi fácil contá-las!

Foi muito importante percebermos a noção de palavra e, de mão dada com a Matemática, fazermos a contagem.

 

Texto da Beatriz

O texto trabalhado ontem foi o da Beatriz.

Escolhido o texto que mais gostámos começámos a fazer perguntas para o aumentar:

- Como é que o pato deita água? (F. M.)

- B: Carrega-se num botão e deita água.

- Quem te comprou o pato? (V)

- B: A mãe.

- Como se chama o mano? (Mi.)

- B: Santiago.

- Como é que foi o banho? (Ana M.)

- B: Lavei o meu irmão nas costas e a minha mãe lavou-me a mim.

 

Com todas estas informações fascinantes aumentámos o texto bastante.

 

 

 

 

A seguir escolhemos um título e descobrimos que o texto ficou com três frases. Descobrimos também imensas letras.

Foi um espanto!!

 

O nosso Fruto Preferido

Na sexta feira passada estivemos a descobrir qual o nosso fruto preferido.

Primeiro conversámos sobre a fruta. Chegámos à conclusão que a fruta é importante para crescer, ficar alto e ficar forte.

A Daniela (estagiária) esteve a fazer-nos algumas adivinhas sobre os frutos. Acertámos em todas. Umas eram mais fáceis outras mais difíceis…

 

 

Também provámos com a Sílvia (estagiária) os frutos para saber o que eram. Primeiro foi a banana, depois o morango, a melancia, o pêssego, a maçã, a pêra, as uvas, a laranja, o kiwi e o ananás.

 

 

 

Depois colámos as imagens dos frutos num cartaz.

 

 

 

A seguir construímos um gráfico de barras com as nossas preferências com recurso a tampas.

 

 

Foi fácil no final contar quantos meninos gostam de cada fruta.

A nossa fruta preferida é o pêssego.

Foi muito interessante!

 

Experiência com Água

Ontem, no período da tarde em Trabalho Curricular comparticipado,  fizémos uma experiência com água.

Experimentámos algumas substâncias para ver quais é que misturadas desaparecem ou não, isto é, se dissolvem ou não na água.

 

 

Primeiro tínhamos que levantar hipóteses: será que se dissolve ou não se dissolve?

Tínhamos uma folha para desenhar a nossa hipótese.

 

 

Depois experimentámos para ver o resultado.

 

 

Tivemos de agitar bem.

Primeiro usámos açúcar, depois sal, depois arroz, azeite, ervilhas e terra.

Foi muito interessante ver que o açúcar e o sal desapareceram completamente na água, ou seja, dissolveram-se.

 

 

O azeite ficou ao cimo da água, não se dissolveu.

 

 

 

O arroz, e as ervilhas ficaram no fundo da garrafa e também não se dissolveram.

 

 

 

A terra misturou-se mas não se dissolveu na água, ficou lama.

 

 

Registámos individualmente os resultados comparando-os com as nossas hipóteses e, no fim, fizémos um quadro síntese coletivo.

 

 

Visita da mãe do Miguel

A mãe do Miguel veio cá ontem fazer Salame de Chocolate.

 

 

Esmagámos as bolachas...

 

 

e misturámos a manteiga, o chocolate, o açúcar e os ovos.

 

 

Depois foi só mexer.

 

 

 

Bem enroladinho o salame ficou lindo.

 

 

No fim registámos.

 

 

E que delícia!

Obrigada Estela

P. S. : Não te esqueças de repetir agora em casa com a receita que levei.

Descobrir Chopin

Estivemos a ouvir uma história sobre a vida do compositor Frederic Chopin que a nossa colega Inês trouxe para a escola. Também trazia um CD com música dele e nós deleciámo-nos a ouvir.

Vimos a sua fotografia e depois fizémos os nossos desenhos do periodo em que Chopin viveu em Paris e usava cartola. Achámos muita graça às roupas e chapéus da época.

 

 

 

Demos também as nossas opiniões sobre a história da vida do Chopin e sobre a sua música:

 

-"Está a tocar piano." - G.

- "As pessoas estavam a atirar chapéus para o ar." - Dl., V.

-"Gostei da música. Estava a tocar piano." - Mg., Mt., A., M.

- "Gostei que ele se casasse." - Cl.

- "Foi viver para Espanha." - B.

- "Ele morreu." - V.

- "Eu gostei do senhor." - Mg.

- "Eu gostei que ele tocasse piano." - T., Af.

- "Era o Chopin." - G.

- "Eu gostei de ouvir o Chopin a tocar piano." - I.

 

 

 

Trabalho de Texto

Na segunda feira passada estivemos a fazer trabalho de texto.

Escolhemos o texto do Miguel, de todos os textos da semana anterior, e depois preparámo-nos para o aumentar.

Em grande grupo fizeram-se algumas perguntas ao autor do texto:

- "Como é que a espada dá luz?"

Miguel: "Carrega-se num botão e dá luz."

- "Quem é que te deu a espada?"

Miguel: "Olha, foi a avó Lurdes."

Depois discutimos alguns títulos possíveis para o texto. O Miguel acabou por escolher o que ficava melhor.

Depois de reescrever o texto com estas novas informações começámos a fazer descobertas no texto.

Descobrimos que o texto tem três frases que terminam num ponto final. Contámos quantas palavras tem cada frase e, depois, procurámos letras que já conhecemos.

 

 

A seguir o Miguel foi copiar o texto para o computador com a ajuda do seu par. Já está pronto para colar nos seu caderno.

 

 

Foi muito interessante!

 

 

 

 

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